quarta-feira, 23 agosto 2017
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Pelas contas, esse homem foi o mais sádico assassino que já viveu

Não muitos assassinos tem a capacidade de confessar seus crimes. Alguns até mesmo tem um orgulho perverso de seus atos hediondos.

Carl Panzram, no entanto, não é como a maioria dos assassinos. Ao longo de sua carreira criminosa, Panzram não escondeu seu desprezo pela humanidade e seu amor por matar. Devido a isso, não é de admirar que muitos consideram que ele é o assassino mais sádico da história.

Como a maioria dos assassinos, Panzram teve uma infância difícil.

Wikipedia

Como filho de imigrantes alemães, Panzram começou a dar sinais de psicopatia desde jovem. Tentando intervir, seus pais inscreveram o garoto em uma escola para jovens problemáticos. A equipe rotineiramente batia e torturava os estudantes. Depois de voltar da escola, Panzram fugiu de casa aos 14 anos.

O que prosseguiu foram vários anos de crimes crescentes.

YouTube / bodhispeak

Em 1907, já dependente de álcool, Panzram decidiu se alistar no exército. Não muito tempo depois, ele se rebelou contra seu oficial comandante e cumpriu uma pena de prisão de dois anos. O futuro presidente dos EUA, William Howard Taft, então secretário de Guerra, foi quem assinou a sentença de Panzram. Depois de ser libertado da prisão em 1910, Panzram roubou a casa de Taft em Connecticut e saiu com uma quantia substancial de dinheiro.

Ele então usou essa pequena fortuna para comprar um iate.

YouTube / bodhispeak

Com seu iate, Panzram trouxe seu reino de terror para os portos ao longo do nordeste dos EUA. Ele gostava de levar homens bêbados ao iate, estupra-los e depois matá-los. Apesar de seus frequentes envolvimentos com homens, o assassino nunca se considerava gay. Em vez disso, ele escreveu em sua autobiografia que ele usava a sodomia para dominar e humilhar suas vítimas.

Os assassinatos que cometeu acabaram levando-o para a África Ocidental. Lá, os moradores foram presas fáceis para suas tendências sádicas.

YouTube / nlk667

Em 1928, Panzram retornou aos Estados Unidos e foi preso por assaltar uma casa em Washington. Durante seu interrogatório, ele confessou ter matado anteriormente dois meninos. À luz de sua extensa história criminal, ele foi condenado a uma sentença pesada. Uma vez na prisão, Panzram matou novamente e foi condenado à morte.

Enquanto aguardava a execução, lhe foi dado uma caneta e um papel por um guarda simpatizante. Ele então começou a trabalhar em sua autobiografia.

YouTube / nlk667

A autobiografia, que foi publicada em 1970, começou com uma declaração arrepiante: “Em minha vida, eu assassinei 21 seres humanos, cometi milhares de assaltos, roubos e incêndios, e por último, mas não menos importante, cometi sodomia com mais de 1.000 homens. Apesar de tudo isso, eu não sinto um mínimo de vontade de me desculpar.”

YouTube / Cornbread’s Campfire

“Eu não tenho consciência, então isso não me preocupa. Eu não acredito no homem, nem em Deus, nem no diabo, eu odeio toda a maldita raça humana, incluindo a mim mesmo”.

Panzram escreveu sobre como ele achou que seria um bom plano contratar alguns marinheiros para trabalhar para ele, levá-los a seu iate, embebedá-los, cometer sodomia, rouba-los, e depois matá-los. “E isso mesmo eu fiz”.

YouTube / Cornbread’s Campfire

Ele também falou sobre o menino que ele assassinou na África Ocidental. “Primeiro eu cometi sodomia com ele e depois o matei. Seu cérebro estava saindo por seus ouvidos quando eu o deixei: ele nunca será encontrado. Ele ainda está lá, no mesmo lugar.”

YouTube / nlk667

Quando ele voltou para os Estados Unidos e conheceu outro garoto, escreveu que “amarrou o cinturão em seu pescoço, o estrangulou, pegou seu corpo quando estava morto e o jogou atrás de alguns arbustos”.

Como ele estava sendo preparado para execução em 1930, Panzram permaneceu fiel à sua verdadeira forma. Ele conseguiu cuspir no rosto do carrasco enquanto gritava: “Eu queria ter as minhas mãos ao redor do pescoço de todo ser humano!”

Quando perguntaram se ele tinha alguma palavra final, Panzram respondeu: “Sim, apresse-se, seu bastardo! Eu poderia matar uma dúzia de homens enquanto você está aí me enchendo!”

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